Sim. Éramos grandes amigos. Do tipo que desejam as melhores coisas um para o outro. Fazíamos o que fosse necessário para que o dia brilhasse diante dos nossos olhos. E independente de quem tivesse encontrado o melhor caminho a seguir, comemorávamos. Éramos sorrisos andarilhos. Nossas opiniões sobre as pessoas revelavam a semelhante visão de mundo que tínhamos. Ateávamos fogo na loucura dos vendidos e sentíamos orgulho. Tempos bons... Hoje ele não empresta mais sua voz. Arrancou-se do elo, usando falsas asas. Dizem que dança feliz ao lado de um sábio. Mas são tantos os gritos, que ouso indagar quão louvável se tornou seu canto. Deu espaço a olhos que infiltraram malícia em sua alma e hoje atenta apenas para as cifras que mancham seus minutos de glória. Nem percebe, o pobre. Se perdeu dele mesmo... Com carinho, (Barbara-Ella
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