Banana, a fruta da vez


Não desisto de tentar compreender a insanidade que cabe no bolso dos imorais. Os tais que revelam metros de injúrias com a língua lanhada de interesses. Que passam pelo caminho levando flores para o funeral de quem se opõe a eles.  Vestidos à carater, esmagam numa caixa o lado bom de quem se encaixa em outra forma e entende o sentido da vida de outra forma. Covardes. Não ousam viver com as diferenças, sem antes salpicar sal e sarcasmos. Temem perder espaço para o laço que seduz uma penca de bananas para o outro lado. Sou salva, porque sou amora. Mas se fosse uva, serviria-me a eles com sicuta.
(Barbara-Ella


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