Hora da aventura


Eu preferia não ter que pensar em tanta coisa. Não suflar neurônios me preocupando com o tipo de gente que deixaremos pro mundo.

No desenho que faço de mim tenho longos braços que se esforçam para manter tudo sob controle. Cerrados, meus punhos não contam tempo.  Tudo é estático. Exceto os sentimentos transcendentais se movem, aquarelando meus olhos ou me fazendo sorrir.

Desejava passar no planeta feito vento e não ter que pagar pelos signos que não li. Que não inventei.
Preferia a simplicidade de viver sem expectativas do que perder idades acreditando que ainda dá...

(Barbara-Ella

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