Páginas Azuis

Num rompante de romantismo
Um signo nada comedido
Se ergue matrix nos bytes:
São os heróis das páginas azuis
Que estabelecem o fake do coro.

Fora da eletrecidade têm um nó
De encanto, na semente.
Não dão frutos.
Não se curam da desigualdade
Porque jogam de ressuscitar morto no funeral.

Só repetem.  Repetem. Repetem...

(Barbara-Ella

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