Zap humana

Não.
Eu não sou 
Nem desejo ser uma máquina 
Sem sentimentos.

Costumo, por gosto,
Rever meus signos
E transformá-los sem linearidade
Programada.

Não fantasio ser aplicativo 
De perguntas e respostas,
Com cheiro de zap
De Deus.

Sou carne. 
Sou alma.
Sou até deixar de querer ser...

(Barbara-Ella



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